Indivíduos condenados estão distribuídos por quatro prisões

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Os 17 jovens activistas condenados segunda-feira pelo Tribunal Provincial de Luanda estão distribuídos por quatro estabelecimentos prisionais situados na região da capital. "Nesta altura só sabemos como foram distribuídos, não sabemos em que condições

se encontram", disse à agência Lusa o advogado Walter Tondela, adiantando que as condições de cumprimento das penas serão avaliadas numa visita já programada para quarta-feira.

Segundo o causídico, Domingos da Cruz, Albano Bingo Bingo, Hitler Tshikonde e José Gomes Hata foram levados no final da leitura da sentença para a cadeia de Caquila, na comuna de Calumbu, em Viana, arredores de Luanda.

Para Calomboloca, entre Luanda e a província do Bengo, foram transferidos Inocêncio de Brito, Osvaldo Caholo, Afonso "M'banza Hanza e Luaty Beirão.

Outros seis jovens – Manuel Baptista Chivonde Nito Alves, Nelson Dibango Mendes dos Santos, Sedrick de Carvalho, Arante Kivuvu Italiano Lopes, Fernando António Tomás e Benedito Jeremias Dali – foram colocados na Cadeia Central de Luanda.

Já Rosa Kusso Conde e Laurinda Gouveia seguiram para a Cadeia da Comarca de Viana.

Nuno Dala, que se encontra em greve de fome desde 10 de Março está em observação no hospital-prisão de São Paulo, em Luanda. A prisão de destino é também a Cadeia Central da capital.

Os jovens foram condenados a penas de prisão efectiva, de dois anos e três meses a oito anos e seis meses, por associação de malfeitores e prática de crimes de actos preparatórios para uma rebelião.

As três equipas de defesa anunciaram ainda durante a audiência de segunda-feira recursos das condenações para o Tribunal Supremo e para o Tribunal Constitucional.

 

 

 

 

 

 

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