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Sáb., Jul.
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Daba Na Walna demitido e substituído por Quintino Quadé

Após exonerar ontem, sem mencionar motivos, o brigadeiro-general Daba Na Walna, do cargo de presidente do Tribunal Militar Superior que exercia desde 2018, o Presidente guineense deu posse esta sexta-feira ao general Quintino Quadé para este posto.

Chegou primeiro voo da Air Côte d'Ivoire

O Presidente da Guiné-Bissau, Umaro Sissoco Embaló, presidiu hoje a assinatura de um acordo que vai permitir que a Air Côte d’Ivoire passe a voar para a Guiné-Bissau. A companhia africana pretende realizar três voos semanais entre Abidjan, a capital marfinense, e Bissau.

Advogado de militares suspeitos no golpe de Estado de Fevereiro ameaça avançar com queixa-crime

Marcelino Ntupe, advogado, de 16 militares detidos no caso da tentativa de golpe de Estado de 01 de Fevereiro passado acusou hoje o Estado-Maior das Forças Armadas de impedir a libertação daqueles militares. O advogado que entre outros militares representa o antigo chefe da Armada guineense, o contra-almirante Bubo Na Tchuto, admite avançar com uma queixa-crime contra a chefia das Forças Armadas por obstrução à justiça e sequestro.

Advogados acusam Estado-Maior guineense de impedir soltura de militares detidos

Quatro advogados guineenses deram hoje uma conferência de imprensa para denunciar um alegado impedimento pelo Estado-Maior das Forças Armadas da saída das prisões de 14 militares. Os detidos são suspeitos de envolvimento na tentativa de golpe de Estado do passado dia 1 de Fevereiro. Os advogados dizem que a Guiné-Bissau "bateu no fundo" no que concerne ao desrespeito pelo Estado de Direito.

Possível dissolução do Parlamento na Guiné-Bissau serve "agenda pessoal" de Umaro Sissoco Embaló

A possível dissolução do Parlamento na Guiné-Bissau pode esconder uma "agenda pessoal" do Presidente Umaro Sissoco Embaló, considera o professor de Direito da Universidade Bissau, Fodé Mané, com o chefe de Estado guineense a querer nomear um Governo de iniciativa presidencial que acabe com a oposição política no país.

CEDEAO tem "falta de legitimidade" para impor condições à Guiné Conacri

Neste fim de semana, a junta militar na Guiné Conacri, que levou a cabo o golpe de Estado de setembro de 2021, anunciou que o período de transição para a democracia se deverá fazer em 39 meses, indo contra as recomendações da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental, a CEDEAO. Segundo o professor universitário, Fodé Mané, a organização tem "falta de legitimidade" para impor condições à Guiné Conacri, questionando também o envio de uma força militar para a Guiné-Bissau.

Tropas da CEDEAO chegam à Guiné-Bissau

Relatos de populares na zona de São Domingos, norte da Guiné-Bissau, indicam que elementos da nova força de manutenção da paz da CEDEAO entraram no país esta segunda-feira. Em Bissau, não há nenhuma posição oficial sobre o assunto.

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