No plano inverso, e apesar das conhecidas potencialidades agrícolas, 10,44% do volume de importações angolanas foram de produtos agrícolas, no valor de 211.270 milhões de kwanzas (1.140 milhões de euros), uma quebra de 4,32% face a 2015.

Praticamente 93 por cento das exportações angolanas de 2016 foram de petróleo bruto, que aumentaram mais de 3.500 milhões de euros face a 2015, mas o país ainda necessitou de importar produtos agrícolas, que representam 10% do total.

Aposta de Angola apenas no petróleo «foi um grande erro»

A viúva de Agostinho Neto, o primeiro Presidente angolano, considera que Angola “cometeu um grande erro” ao “não desenvolver a agricultura” para apostar apenas no petróleo. Em declarações à agência Lusa, à margem da apresentação, esta terça-feira,

Trata-se de uma iniciativa do Ministério do Interior. O primeiro passo foi dado hoje, quarta-feira, em Luanda,

A Polícia Nacional vai divulgar mais conselhos úteis e incentivar os eleitores a terem um comportamento ordeiro e cívico, no quadro de um projecto denominado "Eleições Seguras".

"Não estamos a acusar o rapaz, porque ele até se comportava muito bem com a nossa sobrinha" acrescentou a tia.

Uma jovem de 19 anos foi encontrada morta perto de casa, na madrugada de domingo, no Bairro da Terra Vermelha, no distrito do Cassequel, município do Kilamba Kiaxi, nos arredores de Luanda.

Produção de ouro na Huíla começa no próximo ano

O início da produção de ouro na província da Huíla, a partir de 2018, poderá marcar o ponto de partida para relançar a exploração do seu vasto potencial em recursos geológicos e minerais, actualmente limitado à extracção de rochas ornamentais e de água

O presidente da Agência Angolana de Regulação e Supervisão de Seguros (ARSEG)

O presidente da Agência Angolana de Regulação e Supervisão de Seguros (ARSEG), Aguinaldo Jaime, foi eleito nesta terça-feira, em Abidjan, República da Côte d Ivoire, administrador da Africa Re - African Reinsurance Corporation, durante a 39ª reunião

Referiu que apesar da situação menos boa do ponto de vista financeiro o Executivo continuou a priorizar recursos para que as brigadas de desminagem não parassem a sua actividade.

Angola precisa de pelo menos 200 milhões de dólares norte-americanos (1 dólar =165,092 Akz) para cumprir, até 2025, com o estipulado pela Convenção de Otawa de tornar o país livre de minas.

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