Biocom de Angola atingirá capacidade máxima de produção em 2021

A Biocom, que se encontra integrada no Pólo Agro-industrial de Capanda, é uma parceria entre o Estado angolano

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A Companhia de Bioenergia de Angola (Biocom) estará a produzir à capacidade máxima instalada em 2021, afirmou quinta-feira em Malanje o director-adjunto Luís Bagorro Júnior.

 

O director-adjunto disse que a empresa ocupa actualmente uma área de 81 mil hectares, dos quais 71 mil dedicados à agricultura e 11 mil para preservação ambiental e adiantou terem sido já feitas algumas colheitas de cana-de-açúcar desde o início da fase experimental.

A Biocom conta neste momento com 14 mil hectares plantados com cana-de-açúcar e uma área já desmatada de 20 mil hectares, a fim de se atingir 38 mil hectares para produzir 2,2 milhões de toneladas de cana, permitindo assim a plena laboração da fábrica e a produção de 256 mil toneladas de açúcar e 28 mil metros cúbicos de etanol.

Ao dirigir-se aos membros de uma delegação do corpo diplomático acreditado em Angola no decurso de uma visita à fábrica, Bagorro Júnior disse que a empresa abastecerá apenas uma parte do consumo de açúcar no país, estimado em 600 milhões de toneladas, mas remeteu para uma fase posterior o abastecimento pleno do mercado angolano.

A Biocom, que se encontra integrada no Pólo Agro-industrial de Capanda, é uma parceria entre o Estado angolano, através da Agência Nacional para o Investimento Privado (ANIP) e da Sonangol Holding, com uma participação de 20% e os grupos angolano Damer e brasileiro Odebrecht, ambos com 40% cada. 

 

 

 

 

 

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