Dois cidadãos asiáticos raptados no Kilamba

Dois cidadãos chineses foram raptados ontem, por volta das 10:00h

Angola
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O rapto de cidadãos de nacionalidade chinesa tornou-se a nova “febre” entre os marginais, pelo facto de os seus parentes ou sócios não resistirem à chantagem e, em muitos casos, pagarem entre 20 a 30 milhões de Kwanzas pelo resgate, segundo apurou

O PAÍS.Dois cidadãos chineses foram raptados ontem, por volta das 10:00h, na Centralidade do Kilamba, por três cidadãos, supostamente de nacionalidade angolana, que se faziam transportar numa viatura de marca Faton, azul e branco, modelo “Quadradinho”, com películas pretas nos vidros (vidros fumados), e com a palavra ‘Adidas’ escrita em letras garrafais brancas. Os meliantes interceptaram a viatura Toyota Land Cruiser, modelo Prado, de cor branca, em que seguiam as vítimas, na estrada central do Kilamba, no momento em que fazia o contorno entre os quarteirões F e H.

Barceló Pedro, um dos passageiros que se encontravam num táxi que estava entre as duas viaturas (a dos meliantes e a dos cidadãos asiáticos) no momento do crime, contou que o rapto ocorreu em segundos.Disse que assim que acendeu a luz vermelha dos semáforos, dois dos três ocupantes do veículo desceram, empunhando cada um uma arma do tipo AKM, e dirigiram-se ao Prado, deixando todos perplexos.

“Assim que chegaram junto ao veículo dos cidadãos asiáticos, um deles fez um disparo ao ar, posicionando-se atrás do seu companheiro que abriu à porta, retirou o motorista à força, ameaçando-os de morte caso mostrassem resistência”, detalhou.Depois disso, obrigaram- nos imediatamente a entrar no seu carro, ao que os asiáticos obedeceram, em pânico, deixando o seu veículo a trabalhar, com a porta aberta e os seus pertences intactos, entre os quais uma pasta de computador e outra de documentos. Segundo apurou OPAÍS, no momento da retirada, os meliantes efectuaram três disparos ao ar, com o propósito de amedrontar os transeuntes e inibir os demais automobilistas que por ali circulavam de os seguir ou anotarem a chapa de matrícula do carro.

 

 

 

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