Novo plano de limpeza de Luanda inicia este mês

Assegurou que as empresa que vão participar neste plano não serão meramente empresas prestadoras de serviços

Angola
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Um novo plano de limpeza urbana de Luanda inicia ainda este mês (Abril), com a comparticipação dos cidadãos que passarão a pagar um valor mensal entre quinhentos kwanzas a dez mil kwanzas, de acordo com a sua zona de residência, disse nesta cidade, o

secretário de Estado do Ambiente, Syanga Abílio. 

Segundo a fonte, que falava no final da primeira sessão do Conselho Provincial de Auscultação e Concertação Social, este plano de limpeza baseia-se num novo conceito de gestão integrada dos resíduos sólidos em que se vai aproveitar toda a cadeia de valor dos componentes desde a gestão, recolha, transporte, armazenamento, aproveitamento, tratamento e deposição final nos aterros. 

Acrescentou que nos últimos tempos, a província tem estado a experimentar muitas dificuldade relativamente a gestão dos resíduos sólidos, facto que tem preocupado o Presidente da República que através do despacho presidencial criou em Outubro do ano passado a comissão para reflectir e elaborar um novo plano de limpeza da cidade de Luanda. 

“Se nós conseguirmos implementar toda a cadeia de apoio com os componentes todos podemos reduzir significativamente em grande parte os resíduos já na fonte”, disse. 

Assegurou que as empresa que vão participar neste plano não serão meramente empresas prestadoras de serviços que ficam a espera de remuneração mensal. 

Para si, estas empresas serão ao mesmo tempo investidoras, quer dizer que elas vão trazer recursos para puder financiar o sistema de limpeza e infra-estrutura de apoio de gestão destes resíduos como sendo as estações, postos de transferência e os aterros. 

Realçou que neste momento se fazem avaliação das empresas concorrentes e a qualquer altura poderão começar a trabalhar. 

Syanga Abílio considerou que o novo plano só poderá funcionar se houver um sistema de cobrança a nível dos cidadãos, porque cada um terá que comparticipar. 

“Neste momento, nós fizemos uma avaliação e uma estratificação em termo de residência e bairros. Significa que quem vive no Miramar e Alvalade não vai pagar o mesmo que o cidadão que vive no Cazenga ou Cacuaco, porque nós conhecemos a nossa realidade e a situação em que vivem os nossos compatriotas nestes bairros embora produzam maior quantidade de lixo”. 

Adiantou que os que quiserem fazer o pagamento trimestral ou anual poderão fazê-lo sem problemas. 

Referiu que esta estratégia surge da situação que a província tem estado a viver, pois há um acumular de lixo muito grande com consequências na saúde pública, daí a elaboração deste plano sustentável. 

A reunião do Conselho Provincial de Auscultação e Concertação Social foi orientada pelo governador provincial, Higino Carneiro.

 

 

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